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Foto: Divulgação / Min. do Turismo

São Francisco do Sul

São Francisco do Sul é um dos destinos turísticos mais visitados de Santa Catarina. A cidade respira história em seu conjunto urbanístico e arquitetônico, com mais de 400 imóveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A ocupação da ilha onde se situa a cidade teve início em 1504 com a passagem do navegador francês Binot Paulmier de Gonneville. Os portugueses só apareceram no século seguinte, colonizando a região e fundando o primeiro povoado de Santa Catarina

O município ainda preserva o clima tranquilo de outros tempos, apesar de possuir um dos mais importantes e movimentados portos do país. Além do Centro Histórico, outras atrações merecem ser apreciadas, como as praias, cachoeiras, manguezais, dunas, restingas, lagoas e florestas de Mata Atlântica.

São Chico, como a cidade portuária é carinhosamente chamada, é um destinos com muitos atrativos naturais e históricos nessa pequena vila de pescadores debruçada sobre o mar no litoral de Santa Catarina. O maior porto catarinense e o 5º maior do Brasil recebe embarcações com até 12 metros de calado.

Essencialmente exportador, é o principal porto graneleiro do estado. Movimenta aproximadamente 5,4 milhões de toneladas/ano. Principais produtos exportados: compressores, carrocerias de ônibus, madeira, papel, móveis, cerâmica, carne congelada, soja, milho, autopeças, têxteis.

Casarões centenários, dezenas deles, justapostos, coloridos, com imensos janelões e grandes portas. Trapiches que se alongam pelas águas da baía. Calçadas que terminam em muros de pedra, como um cais que envolve toda a vila. E, destacando-se contra o morro de mata nativa, as torres da Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça. Esta é a visão inesquecível de quem chega por mar! E também possível para quem avança, mesmo a pé, até a ponta do trapiche centra.

O centro histórico de São Francisco do Sul com mais de 150 prédios dos tempos coloniais é um dos maiores conjuntos arquitetônicos do Brasil tombado pelo Patrimônio Histórico.

Vila da Glória
A Vila da Glória faz parte do Distrito do Saí, na parte continental do município, no lado Norte da Baía da Babitonga. A Capela de Nossa Senhora da Glória, no centro da vila, integra o conjunto de monumentos históricos; a construção da primeira aconteceu em 1855. Nas proximidades, também podem ser encontrados vestígios do Falanstério do Saí. Camarões graudos, mariscos servidos em porções generosas, filés de peixe recém pescado fizeram a fama de diversos restaurantes, espalhados ao longo da costa continental. Mas a principal riqueza do lugar é mesmo a natureza pródiga da Mata Atlântica, quase intocada, com cachoeiras e bromélias, que se estende do mar até as encostas da Serra do Mar. O transporte até a Vila da Glória é feito em barcos-lotação que partem do trapiche central de São Chico.

 

■ PONTOS TURÍSTICOS

Museu Nacional do Mar
O Brasil, onde viviam quase dez milhões de índios que navegavam há milênios, foi oficialmente descoberto pela segunda expedição européia que encontrou a Ásia. Foi rota para as Índias e recebeu milhões de africanos. Somos parte das mais importantes páginas da história da navegação mundial. Por aqui passaram Nicolau Coelho, Gaspar Lemos, Bartolomeu Dias, Cabral, Magalhães, Vespúcio, Solis, Caboto, Cabeça de Vaca, Martim Afonso e Pero Lopes, entre muitos outros. Os barcos tradicionais brasileiros – com suas características e tecnologias – e os homens que vivem do mar – com seus saberes e fazeres – são os principais depositários do fabuloso patrimônio naval brasileiro e a razão de ser do Museu Nacional do Mar, o grande museu dos barcos do Brasil.

Museu Histórico de São Francisco do Sul
O Museu Histórico de São Francisco do Sul, é uma das mais antigas edificações da Ilha de São Francisco. Construído no final do século XVIII, foi utilizado, segundo o costume da época, como Câmara dos Vereadores e Cadeia Pública, sendo que, serviu de prisão á líderes revolucionários por ocasião da Guerra do Contestado, e era conhecido na época como ”Palácio da Praia do Mota”.

O Museu Histórico Municipal, abriga em suas salas e celas, vários objetos doados pela comunidade francisquense, tais como; documentos, plantas, jornais e utensílios, comuns ao dia á dia dos antepassados do povo francisquense.

A história da comunidade francisquense, é belamente ilustrada, nas varias fotografias inseridas nas paredes das celas, sendo que no pátio exterior, encontram-se expostos Moinhos de cana e mandioca, bem como,uma máquina utilizada na fabricação de telhas, e um carro fúnebre do início do século, além disso, existe também uma,cela solitária, que era utilizada na detenção de doentes mentais e perigosos criminosos.

Centro Histórico
A memória da colonização portuguesa é preservada nos mais de 150 imóveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O rico conjunto arquitetônico, adornado pela Baía de Babitonga, merece ser apreciado com calma, em passeios a pé.

Baía Babitonga
Ao tempo do descobrimento, os índios carijós davam à ilha o nome de Babitonga, cuja tradução significa terra em forma de morcego. Hoje, esta denominação identifica a grande baía de águas calmas que avança para Oeste, até o Rio Cachoeira, em Joinville.

A Babitonga é a maior baía navegável do estado de Santa Catarina. Estendendo-se no sentido Leste/Oeste, é abrigada do vento Sul, tornando suas águas democráticas; pode-se navegar pela baía em potentes lanchas, em silenciosos veleiros e em pequenas canoas. O porto e o centro da cidade, com seu casario histórico, ficam logo na entrada, depois de ultrapassada a barra. Ao fundo da baía, depois de passar por 24 ilhas, chega-se à Lagoa de Saguaçu e ao Rio Cachoeira, caminho percorrido pelos imigrantes que fundaram Joinville.

Morro do Pão do Açúcar
Do alto do Morro do Pão do Açúcar o mesmo em que os franceses, há 500 anos, plantaram uma cruz de madeira, a 150 metros de altitude, avista-se a Ilha de São Francisco do Sul, a Baía da Babitonga, e a Vila da Glória, alongando seus domínios até o sopé da Serra do Mar. Indiscutivelmente, o espetáculo é de uma beleza única, espetacular!

Morro da Enseada
Trekking por escadaria até o cume do morro. Praia da Enseada.

Morro do Forte (Morro João Dias)
Trekking até o topo do morro, de onde se tem uma bela vista da Ilha da Paz e da entrada do canal da baía. No local, encontram-se 4 canhões de 1910. A subida também pode ser feita de carro. Praia do Forte, a 15 km do Centro.

Cachoeira do Camaleão
Rapel com 15 m de descida finalizando numa piscina natural. Ideal para iniciantes. Outras opções são as cachoeiras do Relógio, do Ribeirão Cacilda, do Salto do Júlio e da Grota Funda.

Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça
Construção de 1699, chama a atenção entre os bens tombados no Centro Histórico da cidade.

Forte Marechal Luz
Inaugurado em 1909 em substituição ao antigo forte, abriga também um museu.

Cariocas
Bicas públicas d’água que abasteciam a antiga vila. Apenas 3 continuam em funcionamento: a da Rua Benjamin Constant (com azulejos portugueses), a da Rua Marcílio Dias (em estilo colonial) e a da Rua Coronel Oliveira (construção original).

Mercado Público Municipal
Inaugurado em 1900 como entreposto comercial, atualmente abriga lojas de artesanato e possui shows de música ao vivo aos sábados. Segunda a sexta, 7h30 às 18h30; sábado, 7h30 às 13h; domingo, 8h às 14h. Rua Babitonga, 65, Centro.

■ PRAIAS

Como um colar, as muitas praias rodeiam a ilha. E há ainda praias na Vila da Glória e nas dezenas de ilhas da Baía da Babitonga. Bem perto do centro, a Praia de Paulas, na verdade uma seqüência de pequenas e tranqüilas praias Dos Ingleses, Figueira, Salão e Calixto seduz os nativos e as famílias.

A Praia do Forte e Capri, esta também ancoradouro de veleiros, mesmo afastadas do centro, apresentam águas igualmente calmas. Enseada, Ubatuba e Itaguaçu formam o núcleo cosmopolita e moderno do verão na ilha, com movimento intenso e permanente, vida noturna agitada, hotéis, restaurantes e comércio variado, além de uma generosa faixa de areia e águas cálidas disputadas por centenas de veranistas. A Prainha é point dos surfistas. A Praia Grande e a Praia do Ervino, voltadas para o Atlântico, atraem particularmente os solitários e os praticantes da pesca de arremesso.

■ COMO CHEGAR

De Carro:
n/d

De Ônibus:
n/d

De Avião:
n/d

■ MAPA DA REGIÃO