Joinville

Joinville possui uma multiplicidade de atrativos naturais e culturais que encantam os visitantes. Localizada entre a serra e o mar com a baía da Babitonga ao fundo, é um importante polo industrial do estado e conhecida como “Manchester Catarinense”. Joinville é a maior cidade catarinense, com mais de 500 mil habitantes. A cidade é responsável por cerca de 20% das exportações catarinenses, sendo também o 3º maior pólo industrial do sul do Brasil, estando atrás apenas das cidades de Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR).

A preservação de diferentes culturas, principalmente a germânica, é outro motivo da fama internacional do município. Sede da única escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia, a cidade é também um importante centro cultural. Os diversos eventos realizados ao longo do ano trazem milhares de visitantes à cidade.

O mais importante deles é o Festival de Dança, o maior da América Latina e o quarto do mundo, palco para mais de 4.000 bailarinos; em seguida vêm a Fenachopp (outubro) e a Festa das Flores (novembro). A Tirovillefest e a Vinvenetto também já fazem parte do calendário nacional de eventos.entradajoinville

Joinville é centro cosmopolita, com shopping centers, cinemas, vida noturna. Há excelentes hotéis e restaurantes com culinária variada. A cidade tem capacidade para realizar grandes eventos. Destaque para o Centreventos Cau Hansen, estrutura que pode ser utilizada para shows, exposições, espetáculos teatrais e de dança.

A cidade, nos últimos anos, tem diversificado seu perfil econômico, predominantemente industrial, e investido em serviços, tecnologia e turismo. Há mais de 10 anos realiza o Festival Internacional de Dança, um dos maiores do gênero no mundo. Resultado do sucesso desta guinada cultural, Joinville sedia a única filial da Escola do Balé Bolshoi fora de Moscou.

Há, ainda, boas opções para ecoturismo. Uma delas é o roteiro de turismo rural da Estrada Bonita. Outra é o passeio no Barco Príncipe de Joinville pela Baía da Babitonga.

O parque hoteleiro de Joinville é um dos melhores do Estado. Com estabelecimentos de todas as categorias, tem condições de receber tanto executivos e empresários em busca de negócios, quanto turistas e participantes dos grandes eventos que se realizam na cidade.

■ PONTOS TURÍSTICOS

Museu de Arte de Joinville (MAJ)museudeartedejoinville
O Museu de Arte de Joinville (MAJ), inaugurado em 1976, Com acervo composto por cerca de 765 obras de arte, fruto de doações e aquisições, o MAJ tem como objetivo desenvolver programas de comunicação museológica e educacional sobre o patrimônio artístico.

Dispõe de biblioteca especializada em artes. Em seus jardins estão expostas obras de vários artistas em linguagem contemporãnea. Todos os meses o Museu promove o evento “Domingo no Jardim do MAJ”. Possui dois anexos na Cidadela Cultural onde são realizadas exposições como a Coletiva de Artistas de Joinville.

Antiga Estação Ferroviária de Joinvilleantigaestacaoferroviariadejoinville
A Antiga Estação Ferroviária de Joinville, construída em 1906, é um notável edifício ferroviário do Brasil e um marco no processo de formação e desenvolvimento do município. Sua arquitetura e sua estreita ligação com a sociedade joinvilense a torna um bem cultural representativo da cultura local, sendo um atrativo turístico muito importante.

Em 2008, O Iphan realizou o tombamento da Estação, classificando-a como importante patrimônio arquitetônico do Brasil. O Local abriga a Coordenação de Patrimônio Cultural, área de lazer, cultura e educação, contando a história da cidade.

Escola do Teatro Bolshoi no Brasil
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A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (ETBB) é a primeira Escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia. Seu ideal é o mesmo da Escola Coreográfica de Moscou, criada em 1773, ocupando cerca de 4000 m2 do Complexo Centreventos Cau Hansen e traz para o Brasil toda a técnica e a tradição dos mais de 225 anos de atividades do Bolshoi russo.

Professores russos e brasileiros coordenam o aprendizado de centenas de alinos, a maioria deles bolsistas, que ganham a oportunidade de desenvolver seus talentos.

Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC)
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O Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC) dialoga com as memórias relacionadas à imigração e, desde a sua criação em 1957, se dedica a recolher objetos e documentos escritos relacionadas ao processo histórico de imigração e colonização no Sul do País.

A sede do MNIC é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1939. Projetado em 1870 para servir à administração da Colônia Dona Francisca, o imóvel possui espaços expositivos narrando histórias da vida rural e urbana da região. Integram o complexo uma Casa Enxaimel, o galpão de Tecnologia, com exemplares de engenhos de farinha e erva-mate e moenda de cana-de-açúcar; o galpão de Meios de Transporte, com viaturas de tração animal e carroções; e o Auditório Dona Francisca.
Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC)

Casa da Memória e Cemitério dos Imigrantes
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A Casa da Memória foi criada em 1984 após a aquisição da casa, que serviu como residência do coveiro do antigo Cemitério Protestante, conhecido como Cemitério do Imigrante de Joinville. A instituição tem como objetivo promover reflexões a respeito das memórias do município e da importância da preservação do patrimônio cemiterial. Esta unidade é vinculada administrativamente ao Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC).

Patrimônio tombado desde 1962 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Cemitério do Imigrante teve a localização determinada pela Companhia Colonizadora de Hamburgo na rua XV de Novembro. O primeiro sepultamento ocorreu em dezembro de 1851, sendo que o cemitério funcionou até o ano de 1913. Nele constam cerca de 490 sepulturas, embora o número de sepultados supere os 2 mil, entre imigrantes e seus descendentes, luso-brasileiros e afro-descendentes que colonizaram a região.
Casa da Memória e Cemitério dos Imigrantes

Estrada Bonita
Ponto de turismo rural, a 25 km do centro, lembra a simplicidade das origens e a colonização de Joinville. Logo ao lado do portal de acesso, um restaurante oferece comida típica germânica feita em forno a lenha. Ao longo do percurso há mais dois restaurantes, riachos com pontes de madeira, muito verde e pequenas propriedades que vendem pães, geleias, cucas, melado e outras delícias artesanais, cujo preparo pode ser acompanhado pelos visitantes. Há ainda pequenas pousadas, chalés e pesque-pagues.

Joinville Iate Clube (JIC)
À beira da Lagoa de Saguaçu, é o maior do estado e está sempre aberto para receber os navegantes. Tem nove galpões, que abrigam mais de 200 embarcações de todos os tipos e tamanhos, um trapiche flutuante e dois para embarque e desembarque. O restaurante do JIC é aberto ao público.

 

■ COMO CHEGAR

De Carro:
Joinville está cerca de 132 km de Curitiba-PR, a viagem é estimada em 1 hora 42 minutos, acesso pela BR-376. De Florianópolis acesso pela BR-101, com distância  177 km.

De Ônibus:
Viação Catarinense, saem ônibus de Curitiba e Florianópolis. Site: http://www.catarinense.net/

■ MAPA DA REGIÃO

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