Catedral da Sé
A primeira versão da Igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade.
Em 1913, deu-se início à construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de1954, na comemoração do 4º Centenário da cidade de São Paulo.Um dos cinco maiores templos góticos do mundo, com torres de 92 metros de altura cada e capacidade para 8 mil pessoas.
Foto: Divulgação / Min. do Turismo
Museu de Arte Sacra e Mosteiro da Luz O Mosteiro da Luz foi fundado e construído em 1774 por frei Antônio de Sant`Anna Galvão, mais conhecido como Frei Galvão, que será canonizado pelo Papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil em maio, passando a ser o primeiro santo nascido no País.
Considerada a mais importante construção arquitetônica colonial do século XVIII em São Paulo, sua importância é tanta que já foi declarado “Patrimônio Cultural da Humanidade” pela Unesco.
Atualmente o Museu de Arte Sacra de São Paulo, onde fica um dos mais representativos acervos do patrimônio sacro brasileiro. Foi Dom Duarte Leopoldo, o primeiro arcebispo de São Paulo, que, no início do século XX reuniu e organizou as obras que mais tarde deram origem ao museu. Possui cerca de 800 peças em exposição.
Foto: Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo
Museu do Ipiranga
O edifício-monumento foi erguido no local em que Dom Pedro I proclamou a Independência do Brasil. Inaugurado em 1890, guarda mais de 125 mil objetos, pinturas e documentos sobre a história do País, especialmente a paulista, dos primórdios da colonização a meados do século XX.
Foto: Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo
Parque do Ibirapuera
Projetado por Oscar Niemeyer, em parceria com o famoso paisagista Roberto Burle Marx e inaugurado em 1954, é o mais importante parque e espaço de lazer de São Paulo.
Atualmente quem passeia por lá pode escolher entre suas diversas atrações, entre elas o Museu de Arte Moderna (MAM), o Pavilhão da Bienal, a Oca, o Pavilhão Japonês, o Planetário e o Viveiro. Além disso há várias áreas para atividades físicas, ciclovia, 13 quadras e playgrounds. E a entrada de cães é permitida.
Foto: Divulgação / Min. do Turismo
Vale do Anhangabaú
Quem mora ou passeia pela cidade não pode deixar de conhecer o Vale do Anhangabaú. Além de ter muito a contar sobre a história paulistana, o lugar é com certeza um dos mais belos cartões postais de São Paulo.
Localizado no centro, entre os Viadutos do Chá e Santa Ifigênia, o Vale reúne o prédio da Prefeitura de São Paulo, o Teatro Municipal, a Escola Municipal de Balé, o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e um campus universitário.
Foto: Divulgação / Min. do Turismo
Pátio do Colégio
Local de fundação da cidade. Em 1554, abrigava um alojamento e um colégio para a catequização dos índios. Reúne um conjunto arquitetônico formado pela Capela Anchieta e pelo Museu Padre Anchieta.
Largo de São Bento
Quase 100 mil pessoas circulam diariamente pelo Largo, repleto de histórias. No local ficava a taba do cacique Tibiriçá, ocupada pelos monges beneditinos no início do século XVII, que ergueram um mosteiro e a Igreja de Nossa Senhora da Assunção (conhecida como Igreja de São Bento). Em 1910, as construções antigas foram demolidas para dar lugar a outras maiores.
Basílica de São Bento
Construída entre 1910 e 1922 para substituir a antiga Igreja de São Bento, tem vitrais alemães, paredes de madeira entalhada e um órgão com 6 mil tubos. Abriga os restos mortais do bandeirante Fernão Dias.
Missa com canto gregoriano aos domingos, às 10h. Largo de São Bento.
Catedral Metropolitana
É uma das maiores igrejas do mundo em estilo gótico, com 111 metros de comprimento, 46 metros de largura e 16 torres. O templo atual começou a ser erguido em 1913 e foi inaugurado ainda incompleto em 1954, durante as comemorações dos 400 anos da cidade. Só alguns anos depois as duas torres principais ficaram prontas. A catedral foi palco de grandes manifestações políticas e ecumênicas na década de 70, durante o governo militar.
Praça da Sé, s/ nº. Segunda a sexta, das 8h às 17h. Domingo, das 8h às 18h30.
Theatro Municipal
Inaugurado em 1911, o imponente prédio tem em seu interior um imenso lustre, com 260 lâmpadas e 6 mil peças de cristal, parapeitos revestidos com ouro e forro decorado com uma pintura de Oscar Pereira da Silva.
Estação Júlio Prestes
Atual sede da Orquestra Sinfônica de São Paulo, o prédio – erguido no estilo dos terminais ferroviários europeus – tem uma das mais modernas e bem equipadas salas de concerto do mundo, a Sala São Paulo, com sistema acústico projetado para que o som chegue uniformemente às 1.509 poltronas.
Estação da Luz
Principal porta de entrada da cidade entre 1901 e o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, a estação ferroviária localizada no Jardim da Luz teve as estruturas trazidas da Inglaterra. O projeto foi inspirado no Big Ben e na Abadia de Westminster.
Mercado Público
Inaugurado em 1933, a grandiosa construção em estilo neoclássico é ponto de venda de frutas, verduras, legumes, vinhos, queijos, chocolates, carnes, frutos do mar, aves, embutidos, temperos, condimentos, além dos famosos pastéis de bacalhau e gigantescos sanduíches de mortadela. Mais do que isso, o Mercado oferece ao visitante o verdadeiro espírito paulistano. Um dos destaques do prédio são os 32 painéis, formados por vitrais, que retratam o trabalho dos colonos. Aos sábados, os restaurantes do mezanino ficam lotados.
Edifício Itália
Um dos prédios mais altos do País, inaugurado em 1965, tem 170 metros de altura e 43 andares. No topo – de onde se tem vista privilegiada da cidade – fica o tradicional e requintado restaurante Terraço Itália.
Memorial do Imigrante
Instalado em parte da antiga Hospedaria de Imigrantes, construída entre 1886 e 1888 para receber os estrangeiros que chegavam a São Paulo, o memorial reúne mobiliário, instrumentos, ferramentas, fotos, documentos e depoimentos de imigrantes. Há terminais para consulta nos registros de quem passou pela hospedaria entre 1882 e 1907. Um bonde circula entre o Memorial e a Estação Bresser, num percurso de 15 minutos.
Memorial da América Latina
Projetado por Oscar Niemeyer, o memorial possui um acervo de 30 mil livros e 1,7 mil filmes de vários países do continente. Outro atrativo é o mapa em alto-relevo da América Latina sob o chão de vidro, que retrata as características de cada região.
Rua Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda.
Museu do Ipiranga
O edifício-monumento foi erguido no local em que Dom Pedro I proclamou a Independência do Brasil. Inaugurado em 1890, guarda mais de 125 mil objetos, pinturas e documentos sobre a história do País, especialmente a paulista, dos primórdios da colonização a meados do século XX.
Parque da Independência, s/ nº, Ipiranga. Terça a domingo, das 9h às 17h.
Museu do Futebol
Inaugurado em setembro de 2008, o Museu do Futebol é o maior museu de futebol do País, com 6.900 m². Segundo o presidente da FIFA, o suíço Joseph Blater, este é o melhor museu de futebol do Brasil e um dos melhores do mundo. Construído embaixo das arquibancadas de um dos mais tradicionais estádios brasileiros, o Pacaembu, na cidade de São Paulo, o Museu do Futebol mistura o antigo e o moderno, e traz a memória do futebol de um jeito inovador, divertido e totalmente interativo.
Museu de Arte de São Paulo (MASP)
Inaugurado em 1947, o MASP possui um dos mais importantes acervos de arte europeia na América Latina, com diferentes escolas representadas na coleção, do Renascimento ao Modernismo. Destaque para as obras de mestres como Rafael, Botticceli, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Renoir, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Matisse, Modigliani, Chagall, El Greco, Zurbarán, Velazquez, Goya, Rembrandt e Picasso. As artes plásticas brasileiras também estão bem representadas, com trabalhos de Lasar Segall, Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Portinari, entre outros. O edifício, projeto da arquiteta Lina Bo Bardi, tem um vão livre de 74 metros, onde ocorre uma feira de antiguidades aos domingos.
Pinacoteca do Estado
O acervo, composto por 4 mil peças, reúne trabalhos de importantes artistas plásticos brasileiros, como Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. Há também esculturas dos franceses Auguste Rodin e Camille Claudel. Projetado em 1897 por Ramos de Azevedo, um dos principais arquitetos do começo do século XX em São Paulo, o prédio em estilo clássico também é uma atração por si só.
Museu da Língua Portuguesa
Instalado no prédio que fica acima da plataforma de trens da Estação da Luz, o museu expõe conteúdo interativo sobre a história da Língua Portuguesa, os idiomas que ajudaram a formá-la e as formas que a linguagem assume no cotidiano. No 1º andar há uma sala de exposições temporárias.
Museu de Arte Moderna
Instalado no Parque do Ibirapuera, tem acervo de 4 mil peças, incluindo obras de alguns dos mais importantes artistas plásticos brasileiros, como Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret. Inaugurado em 1959, o prédio foi desenhado por Lina Bo Bardi, a mesma arquiteta do Museu de Arte de São Paulo (MASP).
Museu de Arte Contemporânea (MAC)
Localizado no campus da Universidade de São Paulo (USP), possui um dos principais acervos de arte moderna e contemporânea da América Latina. São cerca de 10 mil obras, com destaque para Picasso, Matisse, Miró, Kandinsky, Modigliani, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Volpi, Brecheret e Flávio de Carvalho, entre outros.
Museu Lasar Segall
Reúne cerca de 3 mil trabalhos do pintor russo naturalizado brasileiro (1891-1957). Instalado na casa onde o artista morou por 25 anos, conta também com o Cine Segall, com uma biblioteca especializada em artes e fotografia, e oferece cursos nas áreas de gravura, fotografia e criação literária.
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
Criada na década de 1970, a princípio com objetos de arte da família Americano, passou a agregar outras obras, de diferentes períodos. De arte moderna, há telas de Alberto Guignard, Di Cavalcanti, Cândido Portinari e Lasar Segall, além de esculturas de Victor Brecheret. Do período colonial, pinturas do século XVII, tapeçarias, porcelanas e imagens do século XVIII. Do período imperial, retratos a óleo e objetos da época imperial brasileira.
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