Informações
Sobre o Rio de Janeiro
Por suas inúmeras facetas, o Rio de Janeiro é o foco da indústria turística na América Latina. Além da incomparável beleza natural, sua história e a alegria contagiante de seus habitantes contribuíram para criar uma imagem muito especial que atinge seu ponto mais alto quando se festeja o réveillon e o carnaval época em que toda à cidade fica em festa.
O turista que procura um lugar que também ofereça a infra-estrutura sofisticada de uma cidade moderna encontrará tudo que deseja no Rio de Janeiro. O fato de que a cidade está situada entre uma floresta tropical e as praias fazem com que uma variedade única de produtos possa ser oferecida em um mesmo destino turístico.
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O Rio é uma cidade de contrastes: a arquitetura colonial lembra o passado enquanto que os vistosos edifícios modernos dão uma visão do futuro. Dois marcos paisagisticos na cidade são verdadeiros cartões postais para as pessoas que visitam a cidade e são conhecidos no mundo inteiro: o Pão de Açúcar e a estátua do Cristo Redentor.
Como destino turístico, o Rio não depende das estações, uma vez que o clima é de sol o ano todo e suas atrações podem ser apreciadas praticamente em qualquer época do ano.
Os visitantes logo descobrem um fato conhecido dos habitantes da cidade e do qual eles se orgulham: algo está sempre acontecendo no Rio - exposições, shows de dança e de música, eventos esportivos e entre diversos outros.
Turismo de Negócios
Além das suas belezas naturais, a cidade do Rio de Janeiro é um dos grandes centros
empresariais do País, sendo constantemente escolhida como sede de importantes conferências,
congressos e reuniões de âmbito nacional e internacional. O Estado do Rio de Janeiro mantém
pelo oitavo ano, o 1º lugar nas Américas como cidade sede de eventos internacionais segundo
a ICCA - International Congress and Convention Association. Com centros de convenções
modernos e espaçosos, a cidade conta com toda a sua experiência para a realização de
eventos, independentemente do seu porte.
História & Cultura
A cidade é mencionada oficialmente pela primeira quando a segunda expedição exploratória portuguesa, comandada por Gaspar lemos, chegou em Janeiro de 1502, à baía, que o navegador supôs, compreensivelmente, ser a foz de um rio, por conseguinte, dando o nome à região do Rio de Janeiro.
Porém só em 1530 a corte portuguesa mandou uma expedição para colonizar a área, em vez de continuar usando-a simplesmente como uma parada em suas aventuras marítimas. Os franceses, por outro lado, tinham estado no Rio de Janeiro e arredores desde o começo do século e estavam dispostos a lutar pelo domínio da região. Em 1560, depois de uma série de escaramuças, os portuguese expulsaram os franceses.
O começo da cidade como tal foi no Morro de São Januário, mais tarde conhecido como Morro do Castelo, e depois na Praça Quinze até hoje centro vital do Rio.
O Rio de Janeiro desenvolveu-se graças à sua localização privilegiada como porto marítimo. Na mesma época em que ouro foi descoberto no Estado de Minas Gerais, no final do século XVII, o Governador do Brasil foi feito Vice-rei. Salvador era capital da colônia, mas a importância crescente do porto do Rio garantiu a transferência da sede do poder para o sul, para a cidade que se tornaria, e ainda é, o centro intelectual e cultural do país.
Em 1808 a família real portuguesa veio para o Rio de Janeiro, refúgio escolhido diante da ameaça de invasão napoleônica. Quando a família real voltou para Portugal e a independência do Brasil foi declarada em 1822, as minas de ouro já haviam sido exauridas e dado lugar a uma outra riqueza: o café.
O crescimento continuou durante quase todo o século XIX, inicialmente na direção norte, para São Cristóvão e Tijuca, e depois na direção da zona sul, passando pela Glória, pelo Flamengo e por Botafogo. No entanto, em 1889, a abolição da escravatura e colheitas escassas interromperam o progresso. Esse período de agitação social e política levou à Proclamação da República. O Rio, então chamado Distrito Federal, continuou sendo o centro político e a capital do país.
No começo do século XX surgiram as ruas largas e construções imponentes, a maioria no estilo francês fin-de-siècle. O Rio de Janeiro manteve sua posição até a inauguração de Brasília como capital da república em 1960. Capital do Estado do Rio de Janeiro, a cidade continua sendo o centro social e cultural do país.
Devido sua localização e à cultura da cana-de-açúcar, o Rio prosperou ao longo da colonização, mantendo comércio regular com a Coroa Portuguesa. Esta importância levou Portugal a transferir o Governo-Geral de Salvador para o Rio de Janeiro (1763) e, em 1808, a receber a Corte Portuguesa que fugia das tropas de Napoleão. Esta transferência beneficiaria não apenas a cidade, mas todo o País. Fonte: Brasil.gov.br
Mesmo como sede do Império e da República, que lhe deram prestígio político-cultural, o Rio assistiu à decadência de sua economia. O desenvolvimento industrial ocorreu somente após 1930 e devido à instalação da primeira siderúrgica do país, a Companhia Siderúrgica Nacional/CSN no Estado. Em 1961, os fluminenses assistiram à inauguração de Brasília, sede do novo Distrito Federal, construída no Centro-Oeste. Atualmente, a indústria representa 45,8% do Produto Interno Bruto (PIB) local e os serviços ocupam 53% da economia, enquanto a agropecuária se mantém residual - apenas 0,7%.
Clima & Geografia
A cidade do Rio de Janeiro, constituída por paisagens de excepcional beleza cênica, tem na água e na montanha os regentes de sua geografia exuberante.
A diversidade topográfica do Rio de Janeiro se estende à cobertura vegetal. Florestas recobrem encostas e espécies remanescentes de mata atlântica são preservadas no Parque Nacional da Tijuca. Mata de baixada, restingas e manguezais são preservadas nas áreas de proteção ambiental de Grumari e Prainha.
O clima é do tipo tropical, quente e úmido, com variações locais, devido às diferenças de altitude, vegetação e proximidade do oceano; a temperatura média anual é de 22º centígrados, com médias diárias elevadas no verão (de 30º a 32º); as chuvas variam de 1.200 a 1.800 mm anuais. Nos quatro meses do chamado alto verão - de dezembro a março - os dias muito quentes são sempre seguidos de tardes luminosas, quando em geral caem chuvas fortes e rápidas, trazendo noites frescas e estreladas.
| Embora a cidade tenha se tornado uma das maiores áreas urbanas do mundo, cresceu em volta de uma grande mancha verde, que responde pelo nome de Floresta da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, que continua mantendo valiosos remanescentes de seus ecossistemas originais, mesmo tendo sido replantada no século XIX. |
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| Foi o primeiro exemplo de reflorestamento com espécies nativas. A interferência do homem trouxe ainda mais natureza para a cidade com a construção de parques, praças e jardins. |
Aos poucos os ecossistemas foram sendo protegidos pela legislação ambiental e uma grande quantidade de parques, reservas e área de proteção ambiental foram sendo criados para garantir sua conservação.
O relevo carioca está filiado ao sistema da serra do Mar, recoberto pela floresta da Mata Atlântica. É caracterizado por contrastes marcantes, montanhas e mar, florestas e praias, paredões rochosos subindo abruptamente de baixadas extensas, formando um quadro paisagístico de rara beleza que tornou o Rio mundialmente conhecido como a Cidade Maravilhosa. O Rio de Janeiro apresenta três importantes grupos montanhosos, mais alguns conjuntos de serras menores e morros isolados em meio a planícies circundadas por esses maciços principais.
Rios
O maior rio genuinamente carioca é o Cabuçu ou Piraquê que deságua na Baía de Sepetiba após um percurso de 22km. Os mais conhecidos são: Carioca, primeiro a ser utilizado no abastecimento da população, rio histórico, hoje quase totalmente canalizado e o Cachoeira, por ser o formador das mais belas cascatas da Floresta da Tijuca, como a Cascatinha Taunay e o Salto Gabriela. O rio Guandu, originário de município vizinho, é o curso d'água de maior importância e, abastece de água potável a cidade.
Lagoas
São quatro as lagoas que enfeitam o cenário da cidade. A maior delas, a de Jacarepaguá, tem cerca de 11km² de área. A de Marapendi tem 3.765m² de superfície e está separada da anterior pela restinga de Jacarepaguá e do oceano pela restinga de Itapeba. Além dessa, encontra-se na Baixada de Jacarepaguá a Lagoinha, com cerca 172m².
A Lagoa Rodrigo de Freitas, antiga de Sacopenapã, uma das paisagens mais bonitas do Rio, é constituída por um espelho d'água com aproximadamente 2,4 milhões de metros quadrados na forma de um coração, que se tornou famoso e conhecido como o "Coração do Rio". Suas margens, cercadas por parques, quadras de esportes, quiosques para alimentação, pistas para caminhadas e para passeios de bicicleta, são um dos principais pontos de atração da cidade. A lagoa da Tijuca e de Marapendi são de grandes extenções e ficam nos bairros da Barra de Tijuca, hoje em dia suas condições são precárias devido ao rápido crescimento da região sendo desordenada e até ilegais além de não possuir infra-estrutura suficiente, assim os esgotos são lançados inatura nas lagoas tornando-as muito poluídas.
No PEPB fica localizado a represa do Camorim, poucos cariocas conhecem esse lago que abastece parte da cidade do Rio de Janeiro e fica protegido por uma floresta densa e exuberante no Parque Estadual da Pedra Branca. |
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Ilhas
Os 1.255,3 Km² do Município do Rio de Janeiro mais de 37 Km² correspondem às ilhas. Destas, a maioria se encontra na Baía de Guanabara chamada de Ilha de Paqueta, mas há também as que ficam na costa atlântica e as da Baía de Sepetiba.
Principais Ilhas da Baía de Guanabara:
Laje; Villegaignon; Cobras; Fiscal; Enxadas; Governador (é a maior ilha, com cerca de 30 Km² de área); Paquetá; Cidade Universitária (conhecida como Ilha do Fundão).
Principais Ilhas do Litoral Atlântico:
Cotunduba - em frente à
Praia de Copacabana, perto da barra da Baía de Guanabara;
Arquipélago das Cagarras - em frente a Ipanema;
Rasa - com um importante farol;
Arquipélago da Redonda - fora da barra, à esquerda;
Arquipélago das Tijucas - em frente à Barra da Tijuca;
Palmas e Peças - entre o Pontal Tim Maia (antigo Sernambetiba) e a Praia Funda;
Frade - junto à Barra de Guaratiba
Principais Ilhas da Baía de Sepetiba:
Bom Jardim; Nova; Cavado; Guaraquessaba; Tatu; Pescaria (unida ao continente por ponte).
Litoral
Com extensão de seu litoral calculada em 246,22km divide-se em três setores: Baía de Guanabara, Oceano Atlântico propriamente dito e Baía de Sepetiba. O primeiro dos citados é o maior, o mais recortado e o de mais antiga ocupação. Vai da foz do Rio São João de Meriti até o Pão de Açúcar. É baixo, tendo sido muito alterado pelos aterros aí realizados. Numerosas ilhas enfeitam essa seção do litoral carioca. Outros acidentes importantes nele encontrados são: as Pontas do Caju e Calabouço, ambas aumentadas por aterros. Algumas praias importantes encontram-se nesse trecho: Ramos, Flamengo, Botafogo e Urca.
O segundo setor vai do Pão de Açúcar até a Barra de Guaratiba A costa é alta quando as ramificações dos Maciços da Tijuca e da pedra Branca se aproximam do litoral; é baixa quando elas se afastam. Torna-se retilínea nas regiões planas, onde aparecem belas praias de restingas, e recortada junto às regiões montanhosas. Do Leblon para leste a faixa litorânea é mais densamente ocupada pela população urbana; para oeste é mais explorada para turismo e lazer; contudo a ocupação humana dessa área vem ultimamente sofrendo acréscimo. As atrações turísticas propiciaram a concentração de hotéis de alta categoria nesse trecho. Destacam-se no litoral oceânico duas praias: a primeira por sua extensão, 18km ao longo da avenida Sernambetiba, desde o pier da Barra da Tijuca até o Recreio dos Bandeirantes e Copacabana (4,15 Km), pela beleza de fama internacional.
O terceiro setor vai da Barra de Guaratiba até a foz do Rio Guandu. É pouco recortado e apresenta um único acidente importante - a Restinga de Marambaia. Nele se destacam três praias: Sepetiba, Pedra de Guaratiba e Barra de Guaratiba. A ocupação humana desse trecho é menos densa, não só por causa da distância que o separa do centro da cidade, como também porque apresenta grandes áreas pantanosas, cobertas de manguezais. É zona de colônias de pesca.
Fonte: Riotur, Wikipedia e Prefeitura