Home / Paraíba

Paraíba

João Pessoa

■ Informações

João Pessoa é a terceira cidade mais antiga do Brasil, arquitetura bem preservada e possui no verde das árvores, o título de segunda cidade mais verde do mundo, atrás, apenas, de Paris. O cuidado do pessoense com a vegetação pode ser observado em todas os lugares. A cidade está cheia de árvores frutíferas, gramados e jardins. No Centro, se encontra a Lagoa do Parque Solon de Lucena, como um eixo de onde partem as principais avenidas. O mais conhecido cartão postal é cercado de palmeiras imperiais e de árvores frondosas.

A cidade, que nasceu no às margens do Rio Sanhauá, cresceu em direção ao mar. As belas praias também são uma marca de João Pessoa. Dona de um litoral privilegiado, a capital paraibana tem áreas ainda virgens, intocadas pela mão do homem.

Fica na Praia do Cabo Branco o ponto extremo oriental das Américas, a Ponta do Seixas é uma falésia de argila e muita vegetação preservada, um dos marcos geográficos mais importantes do país. Durante todo o ano, a temperatura, em torno de 29 graus, é um convite ao lazer e ao descanso nas águas sempre azuis de praias, como: Tambaú, Manaíra, Bessa, Cabo Branco e toda a Costa do Sol.

Diversos naufrágios que datam dos séculos XIX e XX atraem mergulhadores para a região. As embarcações de Alvarenga, Queimado e Alice abrigam vida marinha em seus destroços, que encantam aqueles que se aventuram por essas águas.

 

■ Praias

Praia do Bessa
No extremo Norte de João Pessoa, com 5,3 km de areias brancas e batidas, além de águas esverdeadas e calmas, recifes e coqueiros, a Praia do Bessa é uma das mais procuradas por turistas. Bares, pousadas e o clima de cidade litorânea invadem as ruas do bairro e complementam a beleza do local. A poucos quilômetros da praia, em meio a 4 km de corais preservados, o trecho sem ondas próximo à orla do Bessa, conhecido por turistas e moradores como “Caribessa” devido às suas belas águas calmas, é rico em diversidade marinha, sendo um ambiente perfeito para a preservação do ecossistema. Seja via caiaque ou stand up paddle, quem visita o“Caribessa” está sempre em contato com o melhor da natureza.

Praia do Cabo Branco
Considerada por muitos como a mais bela praia urbana de João Pessoa, a praia do Cabo Branco tem uma vista paradisíaca que atrai admiradores de todo o Brasil e do mundo, que desfrutam de seus 5,1km de beleza e tranquilidade. Localizada em um dos bairros mais nobres da cidade, a praia, vizinha de Tambaú, faz parte da área mais movimentada da orla pessoense. São inúmeros restaurantes, hotéis, lanchonetes e residências que convivem harmoniosamente com o meio ambiente e fazem do Cabo Branco um dos destinos mais procurados da cidade. Da barreira do Cabo Branco, onde localiza-se o Farol de mesmo nome, temos uma das paisagens mais bonitas do Brasil. Toda a área faz parte do Complexo Turístico do bairro, que abriga um dos maiores pontos de cultura da Paraíba: a Estação Cabo Branco.

Praia do Seixas
Aqui fica o Extremo Oriental das Américas. Nacionalmente conhecida como o a porção de terra mais próxima do continente africano, a Praia do Seixas, embora tenha uma grandiosa importância, é uma das menores praias de João Pessoa. Uma pequena faixa de areia, alguns bares e muitos coqueiros dão o tom de beleza a este lugar.

Praia da Penha
O nome desta praia tradicional deriva do símbolo de um dos maiores eventos religiosos do Brasil: a Capela de Nossa Senhora da Penha. Há mais de 250 anos, milhares de fiéis acompanham a Procissão da Penha pelas ruas de João Pessoa. A Praia da Penha, além de um secular local de devoção, também proporciona aos seus visitantes momentos especiais de lazer em um cenário digno de um paraíso.

Praia de Jacarapé
Semelhante em beleza à vizinha Praia do Sol, a Praia de Jacarapé é delimitada pelo Rio Mangabeira, ao sul, e pelo Riacho Jacarapé, ao norte. A vegetação nativa, a tranquilidade do local e o suave som das fracas ondas quebrando na costa, fazem deste pedaço do litoral pessoense o destino perfeito pra sua próxima viagem.

Praia do Sol
Entre belas falésias e a desembocadura de rios e mangues, surgem recifes, corais, ondas leves e uma fina extensão de areia branca. É a Praia do Sol, um dos mais encantadores pontos para apreciar a natureza na cidade.

Praia Barra de Gramame
Praia mais ao sul do litoral de João Pessoa, Barra de Gramame é o palco do encontro entre o rio e o mar. A formação de recifes em sua extensão garantem um ótimo passeio a quem a visita, mesmo se tratando de uma praia de mar aberto. Dunas, manguezais e passeios de jangadas ou caiaques complementam a experiência da visita.

Praia de Manaíra
É no bairro mais economicamente desenvolvido de João Pessoa. Formada por uma estreita faixa de areia branca, que começa ainda na praia de Tambaú e estende-se até próximo à praia do Bessa. A calçadinha da orla é comumente usada para atividades físicas e bem frequentada por turistas e moradores que desfrutam da paisagem única.

Praia de Tambaú
Sinônimo de beleza e agitação, as areias da Praia de Tambaú é uma das mais movimentadas de João Pessoa. Os diversos bares, restaurantes e locais com música ao vivo são um atrativo a mais para quem quer aproveitar uma das praias mais lindas da cidade. O mercado de artesanato e a feirinha de Tambaú são parada obrigatória de quem visita o bairro.

A partir da costa, barcos, lanchas e jangadas partem rumo a uma formação de recifes que encantam turistas e moradores há mais de 30 anos. A beleza de Picãozinho atrai visitantes todas as épocas do ano, durante a maré baixa, quando piscinas naturais se formam no local e expõem ainda mais sua fantástica biodiversidade marinha. As práticas do mergulho é perfeita para quem deseja apreciar este paraíso mais de perto.

■ Pontos Turísticos

Convento Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Em barroco romano. A Igreja possui uma única torre, com as características do estilo quinhentista. Data do século XVI (Aproximadamente 1592). Nos idos de 1763, já tinha sido concluída uma restauração e conclusão de obras na igreja, por Frei Manuel de Santa Tereza. Muitos detalhes históricos sobre este conjunto se perderam, já que, com a invasão holandesa, houve perseguição aos Carmelitas, que enterraram seus documentos. A fachada do convento é toda em pedra, assim como as talhas e os relevos dos altares.

A nave é ampla e majestosa, com motivo florais esculpidos em calcáreo. Veem-se ainda o escudo da Ordem do Monte Carmelo e um grande painel no Altar-Mor com as iniciais de N. Srª do Carmo. O exterior apresenta linhas austeras, desenhos e arabescos barrocos. Os Carmelitas vieram à Paraíba a pedido de D. Henriques, cerca 1580, e construíram, também, a igreja anexa de Santa Tereza de Jesus.
Convento de Santo Antônio
O conjunto arquitetônico de São Francisco, formado pelo Convento de Santo Antônio e pela Igreja de São Francisco, situados na parte alta da cidade foi concluído em 1770 e é o maior destaque da nossa história.

A obra causa impacto pela sua grandiosidade e pela beleza do acabamento, que inclui talhas em madeira recobertas de ouro e ricas cantarias em pedra com motivos portugueses e orientais, influência da colonização portuguesa na China.

Mosteiro de São Bento
Construído em invocação de Nossa Senhora do Monte Serrat – faz parte de um conjunto maior, formado pelo mosteiro propriamente dito e pela igreja. Este conjunto, de acordo com o Instituto Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba, constitui um dos monumentos mais importantes do País, no seu estilo e de sua época: apesar da sobriedade da arquitetura, é obra que impressiona pela harmonia e beleza de suas linhas.

Com a saída dos Jesuítas, e tendo em vista a necessidade de catequizar os índios, Feliciano Coelho pediu em 1599, ao Abade de Olinda, a vinda dos Beneditinos, a quem foi doado o terreno para a construção do mosteiro e demais prédios necessários. Foram erguidos aos poucos, a partir de Frei Damião, o religioso enviado de Olinda, num sítio que media mais de 30 braças. Com a perseguição dos holandeses, a obra esteve parada por muito tempo, sabendo-se que, em 1666, concluiu-se a primeira restauração do convento. Aí os missionários voltaram a lecionar suas aulas de religião e latim, “para grande alegria da população”.
Localização: Av. General Osório, s/n – Centro.

Jardim Botânico Benjamin Maranhão (Mata do Buraquinho)
João Pessoa tem um dos maiores remanescentes de mata atlântica em área urbana do Brasil, a Mata do Buraquinho, hoje Jardim Botânico.

Do alto, a reserva parece um imenso coração verde pulsando no meio da cidade. A mata, que tem uma área de 515 hectares, é cortada pelo rio Jaguaribe, parte importante da história do início abastecimento d’água de João Pessoa.

Jardim Botânico de João Pessoa poderá ser visitado de segunda a sexta, das 8:00 h às 11:30 h, e das 13:30 h às 17:00 h.

Fortaleza de Santa Catarina
“Parece ter sido construída com restos homéricos dos muros de Tróia” – exclamou sobre ela o historiador J. P. de Castro Pinto. Para o pesquisador Humberto Nóbrega, trata-se do “maior e mais respeitável monumento histórico da Paraíba”. É a única praça forte ainda de pé e nos ficou dos primórdios da colonização. Fundada em 1589, após a celebração da paz entre os colonizadores e o chefe índio Piragibi, a fortaleza inicialmente era de taipa e foi erguida pelo alemão Cristóvão Linz, a 18 Km do atual centro da cidade. Seu objetivo era obviamente defender a povoação dos ataques dos invasores. Foi arrasada várias vezes por indígenas e holandeses, caindo finalmente em mãos destes, quando passou a chamar-se Forte de Margareth (Margarida). O governo português mandou restaurá-la em 1654, mas, ao todo, ela foi reconstruída 5 vezes, não mais em taipa, mas em pedra.

Sempre manteve a tradição de principal ponto de resistência do paraibano à invasão estrangeira. No século XVI, não era o nosso único forte, pois havia ainda os hoje totalmente desaparecidos, como o Forte Velho (Que lhe ficava bem fronteiro), o Forte do Varadouro (Parte baixa da cidade), o Fortim de Acajutibiró (Baía da Traição), o Forte de Camaratuba, outro forte em Lucena, o baluarte da Ilha da Restinga, o Forte do Inhobim, as fortificações de Pitimbú etc. Durante o Império, a Fortaleza participou de todos os movimentos armados, enviando efetivos ou servindo de prisão, patíbulo e até local de execução de escravos. A República a encontrou já em ruínas e somente sofreu restauração entre 1974 e 1978.

Poucas são as capitais brasileiras a exibir tamanha quantidade de verde, como João Pessoa. Mesmo antes da preocupação ecológica que hoje domina o mundo, o pessoense já estava aprendendo a preservar a natureza e a plantar árvores. Isso tem transformado a cidade num vasto tapete verde.

Como se não bastassem suas ruas e bairros arborizados, João Pessoa possui, dentro da cidade, duas reservas de Mata Atlântica que funcionam como um verdadeiro pulmão, fornecendo o oxigênio necessário e impedindo o avanço da poluição.

A primeira delas fica no bairro central do Róger, o Parque Arruda Câmara, ou a “Bica”, como é popularmente conhecida. Um misto de jardim zoológico e reserva florestal, a Bica possui exemplares raros de nossa fauna e flora e animais exóticos de outros continentes. O bucolismo de sua paisagem a transforma num ponto de visitação obrigatória para turistas.
A outra reserva florestal é a Mata do Buraquinho, recentemente, transformada em jardim botânico, mais de quatrocentos hectares de mata virgem, cortada por riachos e fontes naturais, onde fica situado um dos maiores reservatórios de abastecimento da cidade.

A Mata do Buraquinho é um verdadeiro tesouro para João Pessoa, enriquecendo seu ar e mantendo sua temperatura em níveis agradáveis, mesmo no verão. A reserva é totalmente preservada e cercada para evitar sua depredação. Serve como local de estudo para pesquisadores que se preocupam com a preservação da qualidade do meio ambiente.

Como Chegar
De Carro:
Não disponível

De Ônibus:
Não disponível

De Avião:
Não disponível

■ MAPA DA REGIÃO