| Atrações Turísticas |
A Estrada Real conta a história das Minas Gerais colonial, da riqueza dos ciclos do ouro e do diamante, da saga dos bandeirantes, dos escravos e também do Inconfidentes.
O Caminho Velho, aberto no século XVII, ligando Paraty à antiga Vila Rica, nasceu das andanças dos bandeirantes à procura das riquezas que se ofereciam fartas no solo mineiro; o Caminho Novo, unindo o Rio de Janeiro à Vila Rica e uma variante até o Arraial do Tejuco, em Diamantina – O Caminho dos Diamantes – para atender às necessidades da Coroa de rápido escoamento do ouro e dos diamantes até a metrópole.
A rica herança legada pelos bandeirantes abre hoje, três séculos depois, oportunidades para construção de um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social para Minas Gerais – o Ciclo do Turismo. Pelos mais de 1400 Km de extensão, espalham-se 177 cidades e distritos, dos quais 162 estão em Minas, 08 no Rio de Janeiro, onde vivia a Corte, e 07 em São Paulo, de onde partiam os bandeirantes.
| Trem da Vale O Trem da Vale recuperou o trecho ferroviário entre Ouro Preto e Mariana, com 18 Km de extensão. A tradicional Maria-Fumaça voltou aos trilhos, puxando uma composição móvel que inclui um vagão panorâmico, especialmente adaptado para receber uma estrutura transparente que permite uma vista excepcional da paisagem. Os prédios das estações do percurso – Ouro Preto, Vitorino Dias, Passagem de Mariana e Mariana – foram restaurados e o paisagismo de suas áreas externas foi recuperado. Além disso, as estações âncora do projeto – Ouro Preto e Mariana – foram transformadas em espaços culturais com diversos equipamentos e espaços expositivos. |
Foto: Divulgação / Fundação Vale |
| Museu da Inconfidência Criado em 1938, sob a coordenação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Sphan, com a finalidade de abrigar objetos e documentos relacionados aos fatos históricos da Inconfidência Mineira e a seus protagonistas, e também obras de arte ou de valor histórico, consideradas expressivas para o conhecimento da formação de Minas Gerais. No Museu da Inconfidência são desenvolvidas ainda atividades de pesquisa, educação e restauro. |
Construção iniciada em 1727 e concluída em 1746, onde existia a capela de Nossa Senhora da Conceição construída por Antônio Dias em 1699.
Projeto e construção de Manuel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho, ambos lá sepultados. Abriga, também, o Museu Aleijadinho, com acervo constituído de obras do artista.
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar
Erguida em torno da capela dos primeiros anos do século XVIII, sob invocação de Nossa Senhora do Pilar.
Inaugurada em 1733 possuindo mais de 400 quilos de ouro em sua estrutura, apesar de não estar concluída. Planta atribuída ao arquiteto Pedro Gomes Chaves. Abriga hoje, o Museu de Arte Sacra de Ouro Preto, que reúne imagens, documentos, algumas peças e vestimentas usadas na celebração do Santíssimo Sacramento.
| Igreja de São Francisco de Paula Sendo a última igreja do período colonial a ser construída, entre 1804 e 1884, a Igreja de São Francisco de Paula possui arquitetura de estilo rococó, e apresenta uma imagem do santo no altar-mor, atribuída a Aleijadinho. A igreja situa-se num dos pontos mais elevados de Ouro Preto, descortinando um panorama em que se incluem alguns dos principais monumentos de Ouro Preto como a igreja de São Francisco de Assis, o Museu da Inconfidência, a Igreja do Carmo, o Palácio dos Governadores, hoje Escola de Minas, todo um pitoresco casario, descendo até a Igreja Matriz do Pilar. E, ao fundo, o desenrolar das serranias, dominado pelo pico do Itacolomi. |
| Igreja de Santa Efigênia A Igreja de Santa Efigênia, em Ouro Preto foi inaugurada em 1790. Entretanto, demorou 60 anos para ser finalizada. Na fachada estão os relógios de pedra considerados os mais antigos da cidade. O adro é também um belo mirante, com vista para o bairro de Antônio Dias. |
| Igreja Nossa Senhora do Carmo A Igreja Nossa Senhora do Carmo, freqüentada pela aristocracia de Vila Rica, de obra de 1766 traz estilo rococó e azulejos portugueses - inéditos em Minas Gerais. Projetada por Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho, tem ornamentos assinados pelo próprio Aleijadinho e pinturas de Mestre Athayde. Ao lado funciona o Museu do Oratório, de visita obrigatória. |
| Igreja de Nossa Senhora do Rosário A Igreja substituiu a primitiva capela, datada de 1709, na qual, de 1731 a 1733, esteve guardado o Santíssimo Sacramento da Paróquia, quando da construção da Matriz do Pilar. O traçado circular é o ponto alto da arquitetura barroca mineira. Autoria da planta em ovais intersecantes desconhecida. Risco do frontispício e da empena atribuído a Manuel Francisco de Araújo. |
| Igreja São Francisco de Assis É considerada uma das obras-primas do barroco brasileiro, além de ser uma das maiores realizações do Aleijadinho (1730 - 1814). A Igreja é uma das raras construções em que o projeto, a obra escultórica e a talha são de autoria de um mesmo artista, o que confere grande unidade e harmonia ao conjunto.O conjunto da Igreja de São Francisco de Assis, com suas proporções reduzidas, arquitetura e decoração, constitui um exemplo bem acabado dos contornos que o rococó europeu adquire entre nós, podendo ser descrito como uma seqüência integrada de três volumes - nave, capela-mor e sacristia - de proporções harmônicas e ornamentação sóbria. |
| Ecoturismo & Natureza |
| Parque Estadual do Itacolomi Está situado na serra de mesmo nome, entre os municípios de Ouro Preto e Mariana. Tem aproximadamente 7543 hectares de montanhas e vales protegendo o rico patrimônio natural, histórico e cultural. Vegetação de florestas e campos rupestres, com predominância de candeias e extensões de Mata Atlântica no fundo dos vales. Apresenta fauna diversificada, e abriga espécies raras ou ameaçadas de extinção com o lobo guará , a onça parda, o tamanduá mirim, entre outros. Lá situa-se o Pico do Itacolomi que serviu de referência aos viajantes e aventureiros que buscavam ouro e pedras preciosas na região depois de 1694. Nesta área, também encontramos a Fazenda São José do Manso, que abriga a Casa Bandeirista, construção feita por bandeirantes do século XVIII, e o Museu do Chá. A fazenda foi um grande núcleo produtor de chá na primeira metade do século XX, chegando a cultivar 1.800.000 pés de planta. |
Situada no vale do Ribeirão Tripuí, onde se deram os primeiros achados de ouro. A Estação foi criada em 1978 para a preservação do Peripatus acacioi, animal invertebrado raro, considerado um fóssil vivo. Reúne 486,9 hectares de mata, fauna e flora variadas. Entre estas belezas naturais podem ser encontrados vestígios da antiga Estrada Real. Tripuí significa água veloz na língua tupi.
Parque Municipal da Cachoeira das Andorinhas
O Parque possui cachoeiras, piscinas naturais e área de camping. A Cachoeira que dá nome ao parque está no interior de uma formação rochosa semelhante a uma gruta e é assim chamada por abrigar grande quantidade de andorinhas-de-coleira no verão. Área 314 hectares e Altitude média 1.300 metros
O site "BRASIL TURISMO" não é agente de viagens, não cobra taxa de serviços para os usuários do site e não se responsabiliza pelo conteúdo de sites externos. |
Copyright© 2006 / 2012 -
PORTAL BRASIL TURISMO Todos os direitos reservados
|