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Informações
A poucos alguns minutos da cidade do Rio de Janeiro, bem no coração da Baía de Guanabara está um distrito que parece uma cidade parada no tempo em plena Cidade Maravilhosa, Paquetá é um presente para os cariocas. Ilha tropical que atrai turistas nacionais e estrangeiros, é um lugar privilegiado para namorar, passear e se divertir. Tudo isso tendo a natureza nativa como pano de fundo.
Essas são algumas da vantagens que fazem de Paquetá uma região especial, a começar pela própria viagem à ilha: barcas, catamarãs e aerobarcos transportam os visitantes pela Baía de Guanabara numa rota agradável e embalada pela brisa marinha.
Atracando no local, o visitante descobre que a ilha proíbe o tráfego de veículos para permitir que bicicletas e charretes se locomovam em suas ruas revestidas de saibro e coloridas pelos flamboyants. Com apenas, 10. 9 km2 de ruas, a ilha está livre do barulho e da poluição.
O contato com a natureza marca a visita ao local. Paquetá abriga um dos poucos exemplares brasileiros do baobá com 20 árvores originaria da África, que ficou conhecido pelos moradores como “Maria Gorda”. Outra árvore típica é o Flamboyant, sendo que algumas plantas datam de 100 anos.
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O nome da ilha é de origem Tupi e significa "muitas conchas", que podem ser encontradas em profusão nas praias de águas calmas e convidativas. Imperdíveis também são os passeios que levam à Pedra da Moreninha e ao Parque Darke de Mattos. Recentemente, o parque foi totalmente revitalizado a partir de uma obra de reurbanização feita pela Prefeitura do Rio. Ao final da tarde, nada melhor do que passear de barcos-pedalinhos assistindo ao pôr-do-sol. O mirante também deve figurar no roteiro do visitante. Ele fica no Morro da Cruz, que descortina um panorama parcial da ilha.
Desde 1883, Paquetá faz parte do município do Rio de Janeiro. Das ruas de saibro pode-se observar vários estilos arquitetônicos, inclusive o Solar que hospedou D. João VI e a casa que foi propriedade de José Bonifácio de Andrada e Silva, o patriarca da independência.
História & Cultura
A Ilha de Paquetá foi descoberta em 1555, por André Thevet, que era cosmógrafo da expedição francesa de Nicolas Durand de Villegagnon a fim de fundar a França Antártica. Era habitada pelos índios Tamoios que já chamavam a ilha por esse nome.
Somente em 18 de dezembro de 1556, o rei Francês reconheceu a descoberta de André Thevet, sendo essa data até hoje considerada como aniversário da ilha.
Com a vitória dos Portugueses contra os Franceses, a ilha passou para o controle dos vencedores que, em 1565, mesmo ano da fundação da cidade do Rio de Janeiro, a dividiram em duas sesmarias.
Em 1697 foi construída a Capela de São Roque, padroeiro da ilha. Durante a Revolta da Armada, em 1893 a ilha foi ocupada durante seis meses pelos marinheiros sublevados o que ocasionou diversos prejuízos para a população local.
Clima & Geografia
A Ilha tem a forma aproximada de um 8. Sua área total é em torno de 1,2 Km2 com aproximadamente 8 km de perímetro. Sua mais longa extensão é da Ponta do Lameirão à Ponta da Imbuca, com 2316 m e a menor na Ladeira do Vicente, com aproximadamente 100 m. São 9 morros, sendo o Morro do Vigário o mais elevado, com 69 metros. |
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Como Chegar
A Ilha de Paquetá dista aproximadamente 15 km da Praça XV, no Centro da Cidade do Rio de Janeiro, sendo a principal ilha do arquipélago de Paquetá, situada ao nordeste da Baía de Guanabara.
O Tempo previsto de viagem é de aprox. 70 minutos. A travessia é feita pela companhia BARCAS / SA nos seguintes ramais: Rio x Paquetá (2ª a 6ª feira), Paquetá x Rio (2ª a 6ª feira), Rio x Paquetá (sábados, domingos e feriados), Paquetá x Rio (sábados, domingos e feriados) - Veja horários no site: http://www.barcas-sa.com.br
Fonte: Wikipedia, RioTur, Prefeitura
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