Turismo no Brasil
■ Buscador:
Adicionar aos Favoritos
Incluir Hotel/Pousada
Página Inicial Turismo Ecoturismo Brasil Pousadas e Hotéis
 Turismo no Brasil
 Cruzeiros Marítimos
 Sobre o Brasil
 Notícias
 Dicas de Viagem
 Consulados
 Turismo Oportunidades
 Golf no Brasil
 Faculdades de Turismo
 Agências de Viagens
 Parques Nacionais
 Esportes Radicais
 Camping
 Meio Ambiente
 Buscar
 Incluir Cadastro
 Serviços
 Estradas
 Sala de Vídeos
 Câmbio e Dólar
 Companhias Aéreas
+ Turismo:
Paraty
Paraty
Praia do Sono
Praia do Sono
Golf
Golf
Publicidade:
Campinas - SP
Informações
Atrações Turísticas
Pousadas & Hotéis
Como Chegar
   
Informações
Campinas é uma cidade e município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se ao noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 90 quilômetros. Possui área de 795,697 km². Sua população estimada em 2006 era de 1.059.420 habitantes.

A cidade é carinhosamente apelidada por seus habitantes de Princesa d'Oeste. É conhecida também por Cidade das Andorinhas, já que a cidade estava na rota dessas aves, ainda durante a época dos barões de café.

O município de Campinas é formado pela cidade de Campinas e por quatro distritos: Joaquim Egídio, Sousas, Barão Geraldo e Nova Aparecida. A área metropolitana é constituída por 19 municípios e conta com uma população estimada em 3,2 milhões de habitantes (6,75% da população do Estado).

Atualmente a cidade concentra cerca de um terço da produção industrial do estado de São Paulo. Destacam-se as indústrias de alta tecnologia e o parque metalúrgico. É também importante e diversificado centro comercial, possuindo dois dos maiores shopping center do país: O Shopping Iguatemi de Campinas e Shopping Parque Dom Pedro, e de serviços. Possui, em sua área metropolitana, o Aeroporto Internacional de Viracopos, que se destaca no transporte internacional de cargas.

História & Cultura
O primeiro nome de Campinas foi Campinas de Mato Grosso, devido à floresta densa e inexplorada que caracterizava a região. Era passagem obrigatória das Missões dos Bandeirantes que iam para as minas de ouro no interior.

O povoamento teve início entre 1739 e 1744 com a vinda de Taubaté de Francisco Barreto Leme. Em 14 de julho de 1774, numa capela provisória, foi celebrada a primeira missa oficializando a fundação da Freguesia Nossa Senhora de Conceição de Campinas.

Em 1797 é elevada à categoria de vila e altera o nome para Vila de São Carlos, e finalmente em 5 de fevereiro de 1842, já com 2.107 habitantes e cerca de quarenta casas, foi elevada à categoria de cidade com o nome de Campinas.

Ficou conhecida como cidade-fênix, por seu renascimento após o surto de febre amarela que devastou mais de 30% da população no início do século XX.

A agricultura teve papel de destaque na história da cidade, que se aproveitou do fertil solo de terra roxa. A primeira cultura agrícola da cidade foi a cana-de-açúcar, logo suplantada pelas lavouras de café. Em pouco tempo, a economia cafeeira impulsionou um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. Nesse período (segunda metade do século XVIII), a população de Campinas concentrava um grande contingente de trabalhadores escravos e livres, empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas. Em 1872, graças ao plantio de café e a construção da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Campinas passa a ser uma das maiores cidades do País.

Com a crise da economia cafeeira, a partir da década de 1930, a economia de Campinas assumiu um perfil mais industrial e de serviços. A cidade então recebeu imigrantes provenientes de todo o mundo (destacando-se a imigração italiana), atraídos pela instalação de um novo parque produtivo.

Entre as décadas de 1970 e 1980, a cidade praticamente duplicou de tamanho, por conta de fluxos migratórios internos.

Devido o seu grande progresso também ficou conhecida como a "Princesa d'Oeste", referência esta por estar a oeste da capital do estado.

Com a construção de grandes rodovias como a Rodovia Anhanguera (1948), a Rodovia dos Bandeirantes (1978), a Rodovia Santos Dumont (década de 1980), a Rodovia Dom Pedro I, Rodovia Governador Adhemar de Barros,a Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença e a Rodovia General Milton Tavares de Souza (ou Tapetão), que é o principal acesso à REPLAN (Refinaria do Planalto Paulista), Campinas consolidou-se como importante entroncamento rodoviário.

Também se destacam um moderno parque industrial e tecnológico — fruto de um plano de instalação de "tecnopólos", e renomadas instituições de ensino superior, como a Universidade Estadual de Campinas e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Também é em Campinas que se localiza o Laboratório Nacional de Luz Síncroton e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

A partir de 1998, a cidade vem assistindo a uma mudança acentuada na sua base econômica: perde importância o setor industrial (com a migração de fábricas para cidades vizinhas ou outras regiões do país - em parte por causa da violência e dos altos impostos), e ganha destaque o setor de serviços (comércio, pesquisa, serviços de alta tecnologia e empresas na área de logística).

Cultura
A cidade sempre teve uma posição distinta no Estado de São Paulo, com grande produção e recursos culturais. Conta com três teatros municipais, com a Orquestra sinfônica da cidade (fundada em 1974, durante as festividades do bicentenário da cidade e considerada uma das três melhores do país, ao lado da OSESP e OSB), vários grupos de música erudita, corais, 43 salas de cinema, dezenas de bibliotecas (uma delas municipal), galerias de arte, museus etc. A vida cultural é variada e intensa, especialmente na música popular.

Nas últimas décadas do século XIX, antes de Campinas ser devastada pela febre amarela, seu povo nutria uma rivalidade com São Paulo e aspirava a um estilo de vida europeu. Não era difícil ouvir expressões como "Campinas über alles". Um escritor local, Eustáquio Gomes, explorou essa situação em seu romance A Febre Amorosa. "A cidade posava de capital agrícola da província e dizem que a febre veio por pura mandinga paulistana. Nossos concidadãos eram tão altivos e orgulhosos que na rua se comportavam como desconhecidos só para se darem a impressão de habitar uma cidade grande. No estrangeiro, quando interrogados, respondiam em primeiro lugar que eram campineiros, só depois condescendendo em declarar que eram paulistas, e a muito custo admitindo que eram brasileiros. Com a praga republicana, que aqui vicejou como capim, alguém chegou a lançar a idéia de uma República dos Estados Unidos de Campinas".

É a terra natal de Antônio Carlos Gomes, famoso compositor de óperas na Itália do século XIX, com obras como O Guarani, Fosca e O Escravo. Santos Dumont também morou um tempo em Campinas e estudou no colégio Culto à Ciência. Também nasceram em Campinas o escritor Guilherme de Almeida e o quarto presidente da República, Campos Sales.

Clima & Geografia
Campinas se localiza em uma área de transição entre o Planalto Atlântico Paulista (região leste) e a Depressão Periférica (região oeste), com relevo bastante ondulado e poucas áreas planas[1]. O lugar mais alto da cidade está próximo ao Observatório Municipal Jean Nicolini, localizado na Serra das Cabras, no distrito de Joaquim Egídio, a uma altitude de 1020m. Dentro do perímetro urbano, entretanto, a região mais alta está no Jardim São Gabriel, a 780m de altitude. A menor altitude se verifica na região do Parque Itajaí, próximo ao Rio Capivari, a 555m.

O clima de Campinas é classificado como tropical de altitude, com média de temperatura de 21ºC, com predominância de chuvas no verão e com estiagens médias de 30 a 60 dias entre os meses de julho e agosto e estiagens agrícolas que podem chegar a 120 dias. É possível haver geadas: entretanto, a última geada ocorrida na cidade aconteceu em julho de 2000, quando se atingiu -1ºC. Os dados da tabela a seguir representam as médias entre 1988 a 2003 pelo Cepagri da UNICAMP [2]:

Onde ficar

Como chegar
Aeroportos
O Aeroporto Internacional de Viracopos (IATA: VCP - ICAO: SBKP), localizado no extremo sul do município, é o segundo maior aeroporto internacional do Brasil, movimentando primariamente o tráfego de carga. É considerado o maior terminal de cargas da América do Sul. Atualmente, de cada três toneladas de mercadorias exportadas e importadas no Brasil, uma passa por Viracopos.

Na região norte, localiza-se o Aeroclube dos Amarais, destinado aos aviões de pequeno e médio porte, assim como o ensino de pilotagem.

Ferrovias
Campinas foi um dos maiores entroncamentos ferroviários do estado de São Paulo. Os trilhos da Companhia Paulista chegaram à cidade em 1872. Dali partiam trilhos para o Sul de Minas Gerais (pela Mogiana), para o Interior do Estado e Mato Grosso do Sul (pela Paulista e pela Sorocabana) e duas pequenas linhas extintas: uma para Paulínia (a Funilense) e a outra, para Sousas . Atualmente, as linhas administradas pela Brasil Ferrovias estão reduzidas a poucas viagens diárias de trens cargueiros, com locomotivas movidas a diesel a uma baixíssima velocidade (menos de 30km/h) e muitos dos antigos leitos de trilhos estão abandonados, invadidos por sem-teto ou servindo de esconderijo para criminosos.

Rodovias
A cidade é um dos maiores entroncamentos rodoviários do país, nela passando diversas rodovias. Algumas das mais importantes para a cidade são:

Rodovia Anhangüera (SP-330): cruza a cidade, partindo de São Paulo) no sentido sudeste-noroeste em direção à Ribeirão Preto, importante cidade do estado. Há ainda a ligação com a Rodovia Washington Luís, na Região de Campinas, que se liga a importantes pólos regionais do estado como: São Carlos, Araraquara e São José do Rio Preto. Em suas margens estão numerosas empresas e fábricas, como a da Bosch. Trata-se da rodovia mais movimentada da cidade e da Região Metropolitana de Campinas.

Rodovia dos Bandeirantes (SP-348): passa na Região Sul da cidade, vinda de São Paulo), no sentido sudeste-noroeste. A rodovia ganhou novo traçado e o seu antigo percurso - que cruza a Região Oeste e recebeu o nome de

Rodovia Adalberto Panzan - hoje serve de ligação entre esta rodovia e a Rodovia Anhangüera.

Rodovia Adalberto Panzan, principal ligação entre as rodovias, Anhangüera, Bandeirantes e Dom Pedro I. Era o antigo trecho final da Rodovia dos Bandeirantes antes de sua ampliação, rumo a Iracemápolis.

Rodovia Dom Pedro I (SP-065): termina na Anhangüera e atravessa a cidade seqüencialmente nas direções leste, sul e sudeste, rumo a Atibaia e ao Vale do Paraíba; São José dos Campos e Jacareí. Trata-se de uma Rodovia importante, que tem às margens hipermercados (Carrefour e BIG), fábricas (Lucent) e shopping centers (Shopping Parque Dom Pedro e Shopping Galleria). Há trechos perigosos próximos a favelas, notadamente próximos ao Carrefour D. Pedro e ao Ceasa, onde não se recomenda parar.

Rodovia Santos Dumont (SP-075): segue no sentido norte-sul, rumo a Sorocaba, tendo seu começo na Rodovia Anhangüera. Passa por regiões extremamente perigosas, como o Parque Oziel e o Jardim Itatinga. Também é por ela que se faz o acesso ao Aeroporto de Viracopos, localizado no extremo sul da cidade.

Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340): segue na direção norte, rumo a Jaguariúna e Mogi-Mirim. Dá acesso aos bairros rurais, a condomínios como:(Estância Paraíso,Alphaville e Parque Xangrilá.Também a colônias agrícolas (Fazenda Monte D'Este/Colônia Tozan) na região norte da cidade.

Rodovia General Milton Tavares de Souza (SP-332): segue na direção noroeste rumo a Paulínia e a Cosmópolis, servindo como ligação de Campinas ao distrito de Barão Geraldo, à UNICAMP, e à REPLAN. Em função do trânsito intenso de veículos, do grande número de acidentes e da má qualidade do asfalto, o trecho entre Campinas e Barão Geraldo ficou conhecido depreciativamente como Tapetão. Recentemente a pista passou por um processo de recapeamento e teve sua velocidade máxima reduzida de 100km/h para 80km/h, a fim de reduzir os acidentes.

Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101): segue na direção oeste, rumo a Hortolândia, a Monte Mor e a Capivari. Por ter uma parte de seu percurso em pista única, ocorrem muitos acidentes.

Rodovia José Roberto Magalhães Teixeira (SP-083): no sentido norte-sul, serve de ligação entre a Rodovia Dom Pedro I e a Rodovia Anhangüera, já no município de Valinhos.


 
Fonte: Wikipedia e Prefeitura


  Outros sites
  Sites relacionados
   

Publicidade:
Copyright© 2008 - PORTAL BRASILTURISMO.COM
Ministério do Turismo
Todos os direitos reservados - Notícias
Turismo no Brasil: Algodoal - Aracajú - Araçati - Araruama - Barretos - Bombinhas - Bonito - Brasília - Búzios - Cabo Frio - Campos do Jordão - Campinas - Cuiabá - Domingos Martins - Fernando de Noronha - Florianópolis - Foz do Iguaçu - Garopaba - Guarujá - Gramado - Iguaba Grande - Ilhabela - Ilha de Paquetá - Ilhéus - Itabuna - Itacaré - Itajaí - João Pessoa - Jequiá da Praia - Juiz de Fora - Juazeiro do Norte - Lençóis - Londrina - Macaé - Maragogipe - Mariana - Miguel Pereira - Natal - Olinda - Ouro Preto - Paraty - Petrópolis - Penedo - Peruíbe - Piúma - Poços de Caldas - Porto Seguro - Porto Alegre - Recife - Rio Branco - Rio de Janeiro - Rio das Ostras - Salvador - Saquarema - São Luis - São Lourenço - São Pedro da Aldeia - São Miguel do Iguaçu - São Paulo - Teresópolis - Ilhéus - Itabuna - Uruçuca - Canavieiras - Canoa Quebrada - Paranapiacaba